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Hoje, no Brasil e no mundo, estamos vivendo mais. Com o aumento na expectativa de vida, temos mais pessoas idosas em nosso meio do que as gerações passadas. Portanto, viver um longo tempo na chamada terceira idade é uma possibilidade mais frequente.

Se esse período da vida antes era associado ao sofrimento e à decadência física e mental, muitos idosos de hoje estão aí para provar que é possível, sim, ter uma vida longa com muita saúde e disposição.

Porém, alguns mitos em relação à terceira idade ainda são muito difundidos, gerando uma ansiedade completamente desnecessária e uma expectativa ruim em relação a esse período que pode ser desfrutado com muita qualidade de vida.

Então, que tal derrubar esses mitos de uma vez por todas? Descubra agora mesmo o que falam sobre a terceira idade que, definitivamente, não é verdade!

As dores são inevitáveis

Primeiro mito derrubado! Se a ideia que você possui de terceira idade é a de uma pessoa encurvada, com as articulações comprometidas, sofrendo de artrite e cheia de dores, pode esquecê-la.

Se a pessoa tomou alguns cuidados com a saúde ao longo da vida, essas dores podem ser perfeitamente evitadas. Manter o peso adequado e utilizar calçados e roupas confortáveis são algumas boas medidas para garantir uma vida sem esses sofrimentos. 

Ainda mais importante é que a pessoa pratique exercícios da maneira correta, para não prejudicar as articulações. Essa atitude comprovadamente reduz as chances de ter artrite e, portanto, previne as dores mais comuns na terceira idade. 

Todo idoso perde a memória

Embora o envelhecimento traga alterações a todo o organismo, inclusive ao sistema nervoso central, as funções cerebrais das pessoas nem sempre são comprometidas. 

Dependendo da sua idade, você lembra que há vinte e cinco anos todos sabíamos os telefones de nossos amigos e familiares de cor. Por que ninguém mais faz isso? Com celulares e dispositivos com memória em mãos, nós deixamos de atribuir essa responsabilidade ao cérebro, certo?

O mesmo acontece com os idosos! À medida que eles adquirem experiência de vida, percebem que nem tudo merece todo esse foco por parte do cérebro. Assim, por simplesmente não darem atenção a esses aspectos, eles não são registrados. 

Mas é sempre bom estimular o cérebro: aprender dança, uma nova língua, mexer no computador ou até jogar videogame são atividades que exercitam o órgão, evitando prejuízos à memória e estimulando o raciocínio.

Envelhecer é deprimente

Talvez, no passado, esse mito tivesse um fundo de verdade. Porém, a realidade demonstrada por nossos idosos pode ser bem diferente. Com uma saúde melhor, é cada vez mais comuns vê-los ativos, saudáveis, felizes e independentes! 

Além disso, também é frequente ver os idosos associados a grupos da mesma faixa etária ou de adultos de idades diferentes para participar de passeios, excursões e outras atividades de lazer. 

Ao contrário do que diz o mito, a depressão é um problema de saúde mental que pode afetar qualquer pessoa, nova ou idosa. Portanto, seu surgimento não está condicionado à chegada da terceira idade, e sim a fatores genéticos e ambientais.

Idosos não têm vida sexual ativa

A passagem do tempo não é o fator determinante para a qualidade da vida sexual das pessoas, e sim sua saúde e bem-estar. Por isso, é comum pessoas da terceira idade manifestarem interesse sexual e relatarem ter relações íntimas com regularidade.

Não adianta começar a se exercitar na terceira idade

Logicamente, quem começou a se exercitar mais cedo chega a essa etapa já colhendo os benefícios desse hábito saudável. Porém, mesmo começando na terceira idade, há inúmeras vantagens à manutenção da saúde e à promoção do bem-estar.

Além disso, exercitar-se melhora o humor e mantém a aparência jovem por mais tempo. Então, nunca é tarde para começar!

Viu só? Envelhecer é um processo natural e, cada vez mais, é possível manter a qualidade de vida na terceira idade. Conhece idosos que comprovam que essas ideias não passam de mitos? Compartilhe suas histórias nos comentários!

Escrito por lincare